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Você já ouviu falar sobre Protocolos de Roteamentos Dinâmicos?

Os Protocolos de Roteamento Dinâmico têm sido usados em redes desde o final dos anos 1980. Um dos primeiros protocolos de roteamento foi o RIP. O RIPv1 foi lançado em 1988, mas alguns dos algoritmos básicos do protocolo foram usados na Rede de Agências de Projetos de Pesquisa Avançada (ARPANET), já em 1969. Conforme as redes evoluíram e se tornaram mais complexas, novos protocolos de roteamento surgiram. 

 

Então o que é o Protocolo de Roteamento Dinâmico?

O Protocolo de Roteamento Dinâmico: é um processo utilizado em redes de computadores para determinar a melhor rota para o envio de dados entre diferentes dispositivos de rede. Basicamente, ele permite que os roteadores da rede se comuniquem entre si e troquem informações sobre as rotas disponíveis ou ainda permitem determinar o próximo melhor caminho para um destino, se o atual se torna inacessível devido à queda de um link ou se uma região fica inacessível em virtude do congestionamento.

 

Quais são os objetivos dos Protocolos de Roteamentos Dinâmicos?

Os objetivos dos Protocolos de Roteamentos Dinâmicos consistem nos seguintes:

  • Descobertas de redes remotas;
  • Manter informações de Roteamentos atualizados;
  • Escolha do melhor caminho para as redes de destino;
  • Capacidade de encontrar um novo melhor caminho, se o caminho atual não estiver mais disponível;

 

Certamente em tudo existe, vantagens e desvantagens vamos agora saber quais são:

Vantagens

  • Os Protocolos de Roteamentos permitem que os roteadores compartilhem dinamicamente informações sobre redes remotas e ofereçam automaticamente essas informações para suas próprias tabelas de roteamento. 
  • Balanceamento de Carga: É quando um roteador tem dois ou mais caminhos para um destino com métricas de custo iguais, o roteador encaminha os pacotes usando os dois caminhos igualmente. Isso é chamado de balanceamento de carga de custo igual. Se configurado corretamente, o balanceamento de carga pode aumentar a eficácia e o desempenho da rede.
  • Mais ainda, o roteamento dinâmico também oferece vantagens em termos de escalabilidade e flexibilidade. À medida que a rede cresce e novos dispositivos são adicionados, os roteadores podem se adaptar e atualizar suas tabelas de roteamento para acomodar as mudanças.

Desvantagens 

  • Consumo de Recursos: O roteamento dinâmico requer o uso de recursos computacionais, como processamento e memória, para calcular e armazenar as informações de roteamento. 
  • Complexidade: São mais complexas que o Roteamento Estático em termos de administração e configuração. Exige conhecimentos técnicos mais avançados.

 

Quais são os Tipos de Protocolos Dinâmicos? 

Existem vários Protocolos de Roteamentos Dinâmicos utilizados em redes de computadores, cada um com características e funcionalidades diferentes. Abaixo eis alguns Protocolos mais comuns:

  • RIPv2: Protocolo de Roteamento por Vetor de Distância versão 2 (RIPv2), uma versão definida na RFC 2453 - é um protocolo que determina rotas com base na contagem de saltos, que dispõe de funcionalidades adicionais e mais flexibilidade de configuração em relação a Versão1. Suporta endereços IPv4 e IPv6, o RIPv2 oferece autenticação, suporte para sub-redes (CIDR), e a capacidade de transmitir informações adicionais, como as de rota multicast e métricas mais flexíveis.

 

  • EIGRP: (Diffusing Update ALgorithm), o EIGRP apresenta características de Protocolos de Roteamento do tipo Vetor de distância (como o RIP).

 

  • OSPF: Open Shortest Path First - é um Protocolo de Roteamento para redes que operam com Protocolo IP, desenvolvido pelo grupo de trabalho da IGPs (Interior Gateway Protocol) da IETF (Internet Engineering Task Force), foi descrito inicialmente em 1989 pela RFC 1131. Baseado no algorítmo SPF - Shortest Path First (menor rota primeiro). É comumente usado por roteadores de rede para identificar dinamicamente as rotas mais rápidas e mais curtas disponíveis para enviar pacotes a seus destinos, o OSPF pode ser empregado tanto as redes de pequeno, quanto as redes de grande porte. 

 

  • BGP: Protocolos de Roteamentos entre sistemas autônomos (ASs), criado para uso nos roteadores principais da Internet. O BGP foi projetado para evitar laços de roteamento em topologias arbitrárias e Roteamento Baseado em Política (policybased routing), um roteamento com base em um conjunto de regras não técnicas, definidas pelos Sistemas Autônomos.

 

Qual é então a sua importância?

Em resumo, os Protocolos de Roteamento Dinâmico permitem que os roteadores encontrem a melhor rota para enviar os dados em uma rede, trocam informações e tomam decisões inteligentes além de garantir uma comunicação eficiente e confiável entre os dispositivos.

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